Os Sonhos Moldam Nossa Realidade
Em 1900, o então presidente do Michigan Savings Bank chegou ao advogado de Henry Ford e o aconselhou a não investir na Ford Motor Company:
“O cavalo está aqui para ficar, porém o automóvel é apenas uma novidade, uma moda passageira”.
Daryl Zanuck, presidente do estúdio 20th Century Fox, comentou, em 1946:
“A televisão não será capaz de manter nenhum mercado que conseguir após os primeiros seis meses. As pessoas logo se cansarão de olhar para uma caixa de madeira compensada toda noite”.
Já o Lorde Kelvin, que não fez vida nada que merecesse comentário, a não ser uma profecia sobre o avião, no longínquo 1885:
“Máquinas voadoras mais pesadas do que o ar são impossíveis”.
Depois de inventarem o Page Rank (método de busca do Google), Sergey Brin e Larry Page decidiram vender a idéia por US$ 1 milhão de reais à Alta Vista, que não acreditava mais que programas de busca pudessem dar dinheiro. Até que o investidor Andy Bechtolsheim lhes deu um cheque de US$ 100 mil, dizendo:
“A anos eu não ouço uma idéia tão boa. Quero fazer parte dela e ofereço 100.000, porque me parece um bom número, por ser redendo”.
O cheque estava em nominal à Google e Brin e Page tiveram que registrar a Google Inc. as pressas para descontar o cheque. Foi assim nasceu o Google em 1998. Uma idéia de US$ 100 mil e que poderá chegar até o final de 2009 US$ 221 bilhões no mercado acionário (GoogleDiscovery.com, 18/10/2009).
Imagine se essa previsões fossem levadas a cabo? Hoje, o mundo não teria automóveis, televisores com tecnologias LCD, plasma e transmissão digital, e aeronaves cada vez mais tecnológicas e confortáveis, possibilitando ao passageiro uma viagem tranqüila e segura. E provavelmente não teríamos a empresa que melhor traduz o espírito de nosso tempo:
“Os sonhos moldam nossa realidade. O Google está para nosso tempo o que a Ford esteve no ínicio do séc. XX com a criação da linha de montagem, inaugurando a era do consumo e da era da massificação”.
Realmente o Google resume o espírito da era da informação e o fim da era da massificação. Chris Anderson em seu livro A Cauda Longa, afirma que os consumidores já sabem exatamente que tipo de produto querem e têm demandas mais sofisticadas. Para atender esse público, os produtores culturais, em todas as áreas, terão de ser cada vez mais específicos. As idéias de Anderson influenciam o pensamento estratégico do Google de maneira profunda antes mesmo do livro ter sido lançado.
A visão de futuro, de longo prazo, é exatamente essa:
“Os sonhos moldam nossa realidade, pois extrapolam o horizonte da superfície da atual realidade e enxergam a próxima realidade não imaginável, vislumbram outros cenários, antes impossíveis e improváveis.
A realidade que será moldada pela SoftHost já está traçada em nosso Planejamento Estratégico 2010/2015. Digo isso porque no momento estamos reforçando nossa visão de longo prazo, discutindo e colocando no papel os nosso sonhos a serem realizados ou seja, serem transformados em realidade. Hoje, nossos profissionais ousam propor uma nova realidade: andar em posição de vanguarda, sugerindo que sejamos uma das molas propulsoras e protagonistas do desenvolvimento de armazenamento e processamento de dados do Centro-Oeste para todo o Brasil.
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Um abraço,
Wesley Porfírio
Diretor Comercial SoftHost