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Servidor Flash: Como usar corretamente o Streaming FMS?

Preparando-se para a utilização de um servidor dedicado para o serviço de streaming de vídeo FMS?

flashmedialiveencoder

Dia após dia, muitas organizações procuram a SoftHost para adquirirem um servidor de streaming. Mas como se preparar corretamente para a chegada deste novo serviço? Quais os equipamentos necessários para a transmissão? Qual a qualidade da Internet que será usada? Respondendo a estas e outras dúvidas, leiam abaixo:

A aquisição de um servidor dedicado é sempre uma grande vitória para qualquer tipo de organização. Significa no mínimo que ela está apta a oferecer e/ou melhorar seus serviços de comunicação eletrônica. Quando o servidor é para streaming, a melhor aquisição tecnológica atual é o Servidor Flash. Através do Adobe Flash Media Server (FMS) é possível um nível profissional incrível de streaming ao vivo e gravados.

Como usar Redes Sociais nas empresas

A SoftHost, ainda não utiliza as redes sociais. Mas há outras formas de comunicação eletrônica:

  • Todas as nossas linhas telefônicas são VoIP;
  • Usamos o MSN Messenger paulo@softhost.com.br e danilo@softhost.com.br para o suporte técnico;
  • Usamos o Skype wesleyporfirio para o atendimento comercial; e
  • O Chat On-Line do próprio site da SoftHost é Live Messenger.

Se usar só por usar é péssimo para pessoas físicas, imagine para empresas. Desta forma, estamos elaborando estratégias e ações para o uso das redes sociais. Por enquanto, somente os diretores e colaboradores da SoftHost possuem suas próprias experiências profissionais com o uso de redes sociais, como o Twitter e o Linkedin.

À frente destes estudos estratégicos está a Bamboo Brasil que é uma agência digital especializada em comunicação eletrônica e no uso de social media de forma corporativa. A Bamboo há muitos anos agencia várias empresas e será a mais nova aliada da SH. Ela fará nosso novo website, sua otimização e a criação e o gerenciamento de diversas redes sociais.

Apreitanto o post, o site Inc. publicou, o AdNews traduziu e republicou e estou agora re-republicando 30 dicas corporativas para o uso de redes sociais nos negócios. Esperamos que muitas delas sejam usadas pela SoftHost e que nossos clientes também use algumas delas em seus negócios.

Como criar um blog com o WordPress?

Atualmente muito se tem falado de sites dinâmicos, que possam ser atualizados sem a necessidade de um programador. Existem muitas ferramentas que facilitam este trabalho, iremos abordar sobre o WordPress. O WordPress é uma ferramenta muito utilizada pelos famosos blogueiros, pessoas que atualizam suas páginas periodicamente com conteúdo sobre determinado assunto relacionado ao site. Dentro do próprio WordPress, pode-se personalizar todas as páginas do site, ou ainda optar por temas prontos, sendo possível então criar um site totalmente profissional e com identidade única para o seu site.

Dica School of Net

School of Net

A Web está recheada de soluções interessantes para webdevelopers e webdesigner. Há fórum para todos os assuntos e se você não achou uma solução é porque ainda nao procurou direito.

Uma iniciativa bastante criativa e válida é a www.schoolofnet.com. No site é possível ter treinamentos gratuitos através de Flash Vídeo, como “Configurando ambiente de desenvolvimento (Projeto, VirtualHost)”. Ah se todo EAD fosse assim…

Concorrente ou Cocôrrente

Lições e reflexões de um diretor comercial de uma empresa de hosting.

A primeira lição que eu tirei do boxe foi: Respeite seu oponente, pois se você estudar seus movimentos e falhas, poderá vencê-lo. A segunda lição foi: Nunca subestime os baixinhos e aparentemente mais fracos que você, pois eles poderão estudar seus movimento e falhas e poderão vencê-lo.

Na administração de empresas, aprendi que estas lições também valem no mundo corporativo, de livre iniciativa e livre concorrência. Contudo, não é preciso nocautear o concorrente fisicamente, mas ofertar melhor que ele, explorando seus defeitos e posicionando melhor sua marca, criando estratégias de barreira à concorrência, entre outras práticas administrativas.

Na área comercial, onde atuo, você tem que gostar de competir. Tem que mostrar quem você realmente é de melhor. Tem que mostrar e ressaltar os defeitos da concorrência e exaltar suas virtudes. Tem que ser competitivo, mas tem que jogar segundo as regras. Jogar segundo as regras dos ringues adaptadas as carteiras das faculdade de negócios.

Executivos devem parar de reclamar da crise e agir

Stephen Covey diz que os verdadeiros líderes devem identificar e resolver os problemas, sempre com a ajuda dos subordinados

Em entrevista a EXAME, o americano Stephen Covey, 75 anos, uma espécie de guru de auto-ajuda empresarial, autor do best seller “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, fez duras críticas aos gestores atuais. Na última semana, ele esteve em São Paulo (no HSM Management 2008) e em Porto Alegre (num evento da Associação Brasileira de Recursos Humanos), onde descreveu para centenas de executivos os erros mais comuns da maioria dos líderes, sejam eles empresariais ou políticos. “São orgulhosos, elegantes, enrolam e não são gentis como deveriam. Não têm consideração e não têm habilidade para se comunicar, organizar e planejar”, afirmou.

Surto de Misoginia: Do rap e funk carioca ao comportamento social

A misoginia está sendo aceita socialmente. Pelo menos é o que podemos perceber nas letras das músicas e no comportamento social das jovens. Por um lado os jovens não são mais reprimidos quando se referem às mulheres como máquinas de fazer sexo. Por outro, os sites fotologs estão repletos de fotos de adolescentes se expondo em poses sensuais.

Mas até quando este comportamento social que flerta com a imoralidade, o preconceito e a perversão, é saudável e até quando devemos alertar os jovens para que tenham consciência do que é misoginia? Com certeza este é mais um debate onde a vida imita a arte e a arte imita a vida. Recentemente a grife italiana Dolce & Gabbana decidiu retirar de circulação um anúncio após sua proibição na Espanha e também na Itália por ser considerado como ofensivo por estes países, ambos alegando o incentivo ao machismo e à misoginia.

..Segundo a Wikipédia a misoginia é um movimento de aversão ao que é ligado ao feminino. As letras de funk carioca e de rap freqüentemente perpetuam misoginia, tratando as mulheres com objeto de desejo dos homens e como interessadas apenas no dinheiro dos homens e em serem bancadas.O comportamento misógino não é exclusivo dos jovens brasileiros. Um bom exemplo disso é o sucesso “My Humps” do grupo “Black Eyed Peas”, durante o refrão o homem se queixa que “Ela me faz gastar” e ela responde “Gastando todo o seu dinheiro comigo, gastando seu tempo comigo… Gastando todo o seu dinheiro comigo, comigo”.

Ao contrario do que aparece, as mulheres jovens passaram a aceitar o comportamento misógino expresso nas músicas e são muitas vezes elas que fazem apologia a esta linha de pensamento dançando funk carioca ao sabor de letras que as tratam como objeto, sem se importar se este é movimento de expurgar o que é feminino ou de tornar as mulheres alheias, abjetas.Freqüentemente no funk carioca as mulheres são chamadas em termos pejorativos, como Cachorra (puta), Preparadas (mulher fácil e experiente), Popozuda (mulher com a bunda grande), Mercenária (mulher interesseira), Porpurinada (mulher bem tratada, cheirosa), Potranca (mulher boa de cama), Tchutchuca (mulher nova e bonita), Boca de Veludo e Engole-Míssil (mulheres para fazer sexo oral), Pegar pra criar (fato de seduzir uma garota novinha com o intuito de possuí-la).

Já está comprovado que este tipo de ambiente onde os homens se expressam desta forma, não deixou de atrair o público feminino e os bailes funks não são um grande sucesso em qualquer capital brasileira. Um exemplo de letra misoginia no funk é da MC Deise Tigrona em seu funk “Sadomasoquista” ela se coloca como uma mulher que gosta de transar com caras que sentem prazer em promover dor em suas amantes.

Vem de chicote, algema, corda de alpinista
Dai que eu percebi que o cara é sadomasoquista

Sou tigrona chapa quente
Adoro muita pressão
Gosto de ser acorrentada
E levar tapão no popozão
Quixadão vem de chicote
Querendo me algemar
Me botando em posição
Já pronto pra martelar

Logo abaixo, o restante da citação da Wikipédia.

A misoginia é por vezes confundida com o machismo, mas enquanto que a primeira se baseia no ódio, o segundo fundamenta-se numa crença na inferioridade da mulher.”O misógino

Ao primeiro contato com um misógino, em geral, ele é considerado um cavalheiro. Ele é o homem que conquista a mulher de uma forma deliciosamente amorosa e sedutora e passa a ser por ela descrito através de uma farta lista de superlativos. Ele é tão intensamente maravilhoso que fica impossível para a mulher atribuir a ele qualquer responsabilidade dos problemas da relação quando estes começam a acontecer. O contrato relacional velado se define no início do relacionamento quando o homem vai, aos poucos, verificando até onde pode ir com o seu estilo controlador e manipulador.

À medida que a mulher evita confrontá-lo tentando ser boa para preservar a relação, ela está estabelecendo um tópico contratual que configura o contexto para a atuação do misógino, ao tempo em que ela vai enfraquecendo. Como diz Susan Foward: “ela contrata amor e ele controle”. Esse controle se evidencia nas armas abusivas em que as palavras se tornam, através das quais as críticas e ataques são feitos, até alcançar o controle da sexualidade e o controle financeiro. Mesmo que a mulher tente agradá-lo, tudo que ela faz está errado e ele a convence de que ela é culpada.

Quando as explosões repentinas do homem começam a acontecer, mais elas são sentidas como ameaças veladas pela mulher que fica perplexa e cada vez confusa com o que dá errado. Ela passa a “pisar em ovos”, medindo as palavras, para falar com ele. A forma sutil como ele a desqualifica impede que ela possa perceber que é isso que mina a sua auto estima. Ela se torna irreconhecível, principalmente se antes era uma mulher independente financeira e emocionalmente, uma vez que definha. .Os argumentos utilizados pelo homem parecem tão lógicos e tão cheios de interesse pelo bem da relação que, a mulher vai, cada vez mais afundando no seu pântano emocional. Tudo que ele quer é que ela demonstre seu amor por ele, sendo compreensiva e conhecendo-o tão bem que seja capaz de atender suas necessidades, sem nunca se aborrecer com ele. Com o tempo, a relação parece uma gangorra onde de um lado ele estoura e do outro se arrepende, pede desculpas e se torna o homem maravilhoso do início do relacionamento.

Apesar da descrição devastadora do misógino, ele não tem consciência do seu funcionamento e sequer se dá conta da dor do outro. A construção de tal dinâmica pessoal pode ser entendida a partir da sua história, na família de origem, quando vivenciou sofrimento psicológico o qual não poderia evitar.

Histórico de vida

O misógino é filho de uma relação conturbada onde aprendeu, observando seus pais, que a única maneira de controlar a mulher é oprimindo-a. Ao lado disso, ele pode ter sentido que a sua mãe não poderia existir sem ele, já que seu pai a maltratava; ou ainda, ele pode ter tido uma mãe que o oprimiu ou rejeitou, ao lado de um pai passivo.Qualquer que tenha sido a sua história, o misógino está na fase adulta “atuando” a sua dor de “criança” ferida, buscando desesperadamente ser amado ainda que de uma forma equivocada.

O papel da mulher

No caso da mulher que escolhe formar uma relação com um misógino é possível que ela tenha sido infantilizada pela sua família de origem e busque no seu parceiro o apoio, suporte e amor que não recebeu do seu pai, ou talvez ela teve uma mãe que desqualificava o pai; ela pode também ter vindo de uma família tão caótica que desde cedo ela aprendeu que toda relação é problemática e que ela como mulher não tem chance.Ainda que o misógino seja visto como algoz e a mulher como vitima, esta também contribui para que tal padrão relacional se implemente e perdure. A mulher instiga o misógino a atuar na medida que ela não estabelece limites claros, diferenciando-se dele e ocupando seu próprio espaço na vida e na relação.O homem e a mulher nessa relação estão interagindo dentro de seus próprios papéis; da mesma forma que um círculo não tem começo nem fim, a relação se desenvolve sem que se possa indicar um culpado. Um “precisa” do outro para continuar com o padrão, mas para sair dele um dos dois precisa funcionar de uma forma nova. Uma mulher que sofre numa relação como essa pode:

Manter-se submissa para preservar seu homem;

Separar-se, ou

Construir uma nova relação com o mesmo homem.

Aquelas que escolhem a terceira opção terão que resgatar sua auto estima, assumir o seu lugar no mundo e na relação, estabelecer limites claros e ser firme ao se posicionar diante do seu parceiro. Ela provavelmente precisará de suporte terapêutico até que se tenha fortalecido. É possível que, à medida que ela conquiste seu objetivo, o seu misógino desista do lugar de algoz para ficar ao seu lado ou desista da relação. Se ela sente que o ama, precisará amar a si mesma também para ter coragem de correr o risco de “perdê-lo”. De qualquer forma dificilmente um misógino busca terapia e, se assim o faz, tão logo se fortalece interrompe o seu processo. Parece que o sofrimento do seu mundo interno é tamanho que ele não suporta ter que contactá-lo através da análise da sua dinâmica e efeito do seu comportamento no outro; para tanto ele teria que admitir que é co-construtor das dificuldades da sua relação e que é, na verdade, um homem sedento de amor. Ele teria que admitir que é o único responsável pelo seu auto preenchimento… .

Misóginos famosos:

Friedrich Nietzsche
Arthur Schopenhauer
D. Sebastião, rei de Portugal

Links de referências utilizados:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Misoginia
http://www.portalmulher.net/print.asp?id=1091&categorytype=5&page=0&comments=True
http://letras.terra.com.br/black-eyed-peas/287178
http://forum.valinor.com.br/showthread.php?t=25126
http://port.pravda.ru/sociedade/curiosas/07-03-2007/15904-dolce-0

Olá querido desconhecido!

Muito prazer em nos tornarmos amigos! “Amigo?” Sim, isso só vai depender da sua permissão.

Esta é a proposta da SoftHost e se você está lendo esta mensagem de inauguração do nosso blog é porque estamos quase conseguindo. A missão da SoftHost é transformar desconhecidos em amigos, amigos em clientes e clientes em parceiros. Tá explícito em nosso slogan que nós queremos que você “permita esta parceria”.

Você deve estar se perguntando “Mas que história é essa de pedir permissão… para que eu quero uma parceria com eles?” Bom, vamos começar com as formalidades (rs…): Meu nome é Wesley Porfírio, diretor comercial da SoftHost, uma empresa de 6 anos no mercado de host, servidores dedicados e agora streaming. Queremos criar uma comunicação cada vez mais ativa e eficiente, que ajude os negócios de nossos parceiros (clientes mais que especiais).

No final do Séc. XX (e isso soa como antigo, né?) Seth Godin, vice-presidente de marketing do Yahoo, escreveu o livro “Marketing de Permissão” explicando como as empresas da Nova Economia deveriam se relacionar com os seus clientes. Infelizmente, muitas empresas ainda não entenderam o recado e insistem em usar a Internet como mídia de massa, enviando spams, não pedindo a permissão das pessoas para estabelecerem um canal de comunicação, pondo um ponto final a um relacionamento antes mesmo dele começar.

Falaremos na semana que vem sobre a Era do Conhecimento. Até lá gostaria de saber quem você é e se você gostou deste espaço. A nossa intenção não é vender nada para você. Pode até ser que isso aconteça, mas por agora já ficaríamos imensamente felizes em trocar idéias contigo. Este espaço precisa de você, suas dicas, informações e contribuições. Queremos saber se você pode colaborar conosco neste sentido.

Deixe de ser um mero desconhecido e seja nosso amigo. Venha e contribua com nosso blog. Isso só vai depender da sua permissão.

Um grande abraço, do novo amigo,

Wesley Porfírio