A Fusão do B2B ao B2C como Processo Evolutivo

evolucaoCrianças vivem nos surpreendendo. Um dia, quando minha filha tinha apenas 2 anos, mostrei uma pilha de livros e perguntei:

– O que é isso?

– Livros – respondeu sem pestanejar.

– Muito bem, filhinha! – respondi todo orgulhoso, mas continuei, para que ela me dissesse que eram livros de estorinhas infantis – E são livros de…

– De papel.

Puxa vida! Realmente era uma pergunta que deixou margem para outra interpretação e ela nem exitou dar a sua versão. Depois deste dia vi o quanto as crianças nos ensinam. Tanto quanto o refrão música do Marcelo D2 “Eu me desenvolvo e evoluo com meu filho. Eu me desenvolvo e evoluo com meu pai.”

E assim também é na vida corporativa. Quando olho que o negócio da SoftHost poderia ser resumido em B2B (business to business), hoje vejo que há uma linha muito tênue que também nos divide do B2C (business to consumer). Estamos vivendo um momento em que a fusão do B2B ao B2C é uma realidade que faz parte do processo evolutivo do próprio mundo corporativo.

A realidade do Cloud computing onde Software e serviços são fornecedios na Web e através dos navegadores é algo que tem transformado a visão da SoftHost. Sabemos que em breve nossos servidores servirão a empresas interessadas em cloud computing como também usuários finais interessados em ter todas as suas informações disponíveis a partir do browser, sem nenhum servidor ou software para instalar.

Negócios chamam de software-as-a-service, ou SaaS, mas pra outros, é simplesmente a Web. É ai que está necessidade de criar soluções que atendam não apenas ao B2B, mas ao B2C, pois todos querem suas informações disponível a qualquer hora, em qualquer lugar, de qualquer dispositivo conectado à internet. Este é o novo desafio da SoftHost.

Ao ver que a SoftHost conseguir se desenvolver e evoluir nos negócios, me dá até inspiração para blogar em homenagem ao Dia das Crianças. É minha forma corporativa de cantando “Eu e Meu Filho” do D2 como se a SoftHost fosse uma filha. E de orgulho de pai eu entendo. Ao chegar em minha casa dois casais de amigos, contei do ocorrido com a minha filha e o quanto ela foi esperta de dizer que os livros eram de papel. Então levei-os para escutarem por eles mesmo. Todos ficaram atentos vendo meu questionamento:

– E então, minha filha. O que é isso?

– Livros.

– Livros de…

– De direito.

Nem preciso dizer que meus amigos caíram na gargalhada, pois realmente a pilha de livros não era de suas estorinhas e sim da minha esposa que é bacharel em direito. Aprendi com ela mais outra lição: as vezes é preciso pensar com as crianças que estão com a mente sempre aberta para “um novo pensar” e sem as travas de velhos paradigmas como a separação do B2B do B2C.

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