Arquivo Mensal novembro/2008

Falsa autoria de textos pela Internet

Arnaldo Jabor desabafou:

“Não agüento mais gente escrevendo no meu nome e publicando na internet” (CBN Online 07/11/08).

Não é somente Jabor que não aguenta mais. Eu também não aguento mais falsa autoria de textos pela Internet. Este recurso à autoridade conta com a cumplicidade de todos nós internautas, que repassam conteúdo falso, usando muletas autorais de Gabriel García Márquez, García Lorca, Arnaldo Jabor, Luís Fernando Veríssimo, Paulo Coelho e até Pedro Bial.Sabe aquele autor famoso que escreveu um texto bem piegas? Pois é, não foi ele o autor. Você acha que alguns destes supracitados escritores fariam textos sem as características peculiares a cada um deles? Só se você não leu nada de nenhum deles.Aliás, o certo seria você ler primeiro alguns dos livros e blogs oficiais, conhecer e se identificar com o estilo literário de algum escritor, para depois você mesmo transcrever alguma coisa, em vez de só repassar. Como pedir isso é muito, no mínimo xeque as fontes!

Os pisicopatas sem nada para fazer e que se comprazem em ver suas inspirações tola circularem pela Internet. Esses psicopatas sabem que a maioria dos internautas são inocentes úteis que não consultamos fontes antes de enviarmos qualquer porcaria que chega por e-mail. E o mesmo se aplica a propagação de vírus, pois a grande maioria dos internauta tem poucos critérios antes de clicar em algum link que chegou por e-mail, Orkut ou MSN.

O pior é que muitas vezes enviamos informações erradas e de forma irresponsável denegrindo trabalhos sérios como o Criança Esperança da Rede Globo, dizendo que eles estão usando os doadores para descontar importo de renda. Eu recebi esta denúncia, entrei em contato e a assessoria de comunicação da própria Rede Globo me respondeu.

Sabe quando alguém se incomoda com um apelido? Acaba pegando, né? Pode ter certeza que é o que vai acontecer com o Arnaldo Jabor. Ele coroou os idiotas que escrevem porcarias em seu nome. Claro que ele tinha que se defender e tentar parar os fakes, mas não seria melhor ignorar?!

Bom, fica ai minha dica: Na dúvida não repasse, busque as fontes.  Faça uma pesquisa em www.quatrocantos.com. Alías, podem repassar este artigo como e-mail aos seus amigos, mas por favor, identifiquem que o autor sou eu: Wesley Porfírio, ok? E coloquem o endereço deste post. Obrigado!

Concorrente ou Cocôrrente

Lições e reflexões de um diretor comercial de uma empresa de hosting.

A primeira lição que eu tirei do boxe foi: Respeite seu oponente, pois se você estudar seus movimentos e falhas, poderá vencê-lo. A segunda lição foi: Nunca subestime os baixinhos e aparentemente mais fracos que você, pois eles poderão estudar seus movimento e falhas e poderão vencê-lo.

Na administração de empresas, aprendi que estas lições também valem no mundo corporativo, de livre iniciativa e livre concorrência. Contudo, não é preciso nocautear o concorrente fisicamente, mas ofertar melhor que ele, explorando seus defeitos e posicionando melhor sua marca, criando estratégias de barreira à concorrência, entre outras práticas administrativas.

Na área comercial, onde atuo, você tem que gostar de competir. Tem que mostrar quem você realmente é de melhor. Tem que mostrar e ressaltar os defeitos da concorrência e exaltar suas virtudes. Tem que ser competitivo, mas tem que jogar segundo as regras. Jogar segundo as regras dos ringues adaptadas as carteiras das faculdade de negócios.

Executivos devem parar de reclamar da crise e agir

Stephen Covey diz que os verdadeiros líderes devem identificar e resolver os problemas, sempre com a ajuda dos subordinados

Em entrevista a EXAME, o americano Stephen Covey, 75 anos, uma espécie de guru de auto-ajuda empresarial, autor do best seller “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, fez duras críticas aos gestores atuais. Na última semana, ele esteve em São Paulo (no HSM Management 2008) e em Porto Alegre (num evento da Associação Brasileira de Recursos Humanos), onde descreveu para centenas de executivos os erros mais comuns da maioria dos líderes, sejam eles empresariais ou políticos. “São orgulhosos, elegantes, enrolam e não são gentis como deveriam. Não têm consideração e não têm habilidade para se comunicar, organizar e planejar”, afirmou.