segunda-feira 29 junho 2009
Como criar um blog com o Wordpress?

Atualmente muito se tem falado de sites dinâmicos, que possam ser atualizados sem a necessidade de um programador. Existem muitas ferramentas que facilitam este trabalho, iremos abordar sobre o Wordpress. O Wordpress é uma ferramenta muito utilizada pelos famosos blogueiros, pessoas que atualizam suas páginas periodicamente com conteúdo sobre determinado assunto relacionado ao site. Dentro do próprio Wordpress, pode-se personalizar todas as páginas do site, ou ainda optar por temas prontos, sendo possível então criar um site totalmente profissional e com identidade única para o seu site.
Para instalar o Wordpress em seu domínio, você irá precisar de um plano de hospedagem Linux que pode ser contratado em nossa página através da opção Hospedagem de Sites
Hoje iremos então aprender como instalar o Wordpress usando uma ferramenta facilitadora, disponível em todos os nossos planos de Hospedagem Linux, o Fantástico.
Dentro de seu painel de controle Cpanel, na parte inferior da página, no menu Programa encontra-se o Fantástico. O Fantástico possui diversos scripts pré instalados com uma versão atual do aplicativo. Veja abaixo uma imagem do menu Fantástico com a opção Wordpress:

fantastico1

Clicando em New Installation irá aparecer uma tela de configuração que deverá ser preenchida com as configurações desejadas para a instalação do Wordpress no seu site, veja a imagem abaixo:

wordpress

No campo 1, irá aparecer o endereço do seu site.
No campo 2, preencha com o nome do diretório que deseja instalar o wordpress, se o diretório não existir, ele será automaticamente criado. Se o campo 2 for deixado em branco, o Wordpress será instalado no diretório raiz do site.
No campo 3, preencha com o nome de login que será usado para gerenciamento do Wordpress.
No campo 4, preencha com a senha de acesso ao painel de gerenciamento do Wordpress.
No campo 5, preencha com o nome de administrador do banco de dados, este nome não será usado por você, apenas servirá para a configuração automática do Wordpress.
No campo 6, preencha com o seu email principal, todos os emails do sistema Wordpress serão enviados para o email preenchido.
No campo 7, preencha com o nome do seu site.
No campo 8, com uma descrição rápida do seu site.
Após preenchido corretamente os campos, clique no botão Install Wordpress e depois na próxima janela clique em Finish Installation.
Na próxima tela, preencha o seu email no campo da imagem:

email

E clique no botão abaixo “Send E-mail”. Será enviado um email para você com os dados de acesso ao painel administrativo do Wordpress (link, login e senha).
Basta sempre usá-los para atualizar o seu site e personalizar quando desejado.

terça-feira 26 maio 2009
O que é melhor: Redes Sociais ou Grupos de Discussão?

Redes SociaisJá estou no Orkut, Facebook, Twitter, MySpace e em dezenas de redes sociais. Hoje mesmo na seção “Atividades da Web” do meu Windows Live, verifiquei que há outras dezenas de redes que eu nem sabia existir. O número de redes sociais tem aumentado na mesma velocidade que as dúvidas sobre a eficácia na união de pessoas pela Internet. Será que elas estão apenas reunindo-as futilmente? As pessoas estão realmente qualificando seus relacionamentos ou esta busca frenética de colocar a cara na Rede não é “dar a cara a tapa” nos núcleos tradicionais de relacionamento? Não estamos empobrecendo nossas relações, nos tornando mais superficiais?

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No final dos anos 90, o que se aproximava mais das redes sociais de hoje eram os newsgroups ou listas de discussão. Durante anos, as pessoas construíam suas redes de relacionamento através desta ferramenta simples. Para quem não sabe, um newsgroup é formado por uma rede de pessoas que se reúnem em torno de algum assunto para debater por e-mail. Primeiro as pessoas se cadastram em grupos existentes no YahooGroups.com ou GoogleGroups.com ou Grupos.com.br. Depois as mensagens são enviadas para um endereço eletrônico comum, cujo o sistema providencia distribuir para todo o grupo. A medida que todos recebem a mesma mensagem, todos também pode opinar, daí o nome Lista de Discussão ou Grupo de Discussão.

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Cheguei a fazer parte de várias listas e ainda sou proprietários de algumas no démodé Grupos.com.br. Comecei na lendária Widelist moderada pelo Mario Persona e como fruto dela eu criei e moderei a BPList, sobre Business Plan. A evolução das newsgroups se deram a medida que as pessoas do grupo passavam a se identificar e serem identificadas pela suas qualidades, profissões e características com que contribuíam, dando origem ao sentimento de Comunidades Virtuais.

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Foi neste espírito que a BPList virou a Comunidade Planejador. Mais tarde, em 2003, fui contratado pelo HSBC para criar e moderar a Comunidade Gestor, para implantar este conceito de aprendizado participativo e interativo para os gerentes do banco. Tudo isso foi passado pré-redes sociais. A única expressão que melhor traduz o presente é que não se fazem mais newsgroups como antigamente.

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Não quero esgotar o assunto quanto à newsgroups e redes sociais, apenas inicia-lo. Será que os newsgroups não deram certo porque foram substituídos gradativamente pelas redes sociais? Os “listeiros” passaram a discutir nos fóruns das redes sociais?

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Demorei anos para concluir que um dos relevos na passagem de um sistema para o outro foi a mudança de foco. O foco da lista é a discussão de assuntos específicos e limitados. Já as redes têm o foco nas pessoas e suas relações sociais. Se nas listas os “off-topics” (mensagens fora do tópico) eram proibidos e, muitas vezes, motivo de expulsão do grupo, nas redes as pessoas não são criticadas ou punidas por darem opiniões diversas ou divergentes.

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O que os moderadores e seus listeiros não entendiam é que bitolar num único assunto é retroceder à própria evolução do pensamento humano e ao espírito de construção das novas idéias. Assim, a necessidade de se mostrar como indivíduo que se expressa com diferentes opiniões, idéias e pensamentos, para os mais ilimitados assuntos, fizeram com que as listas perdessem a sua função na Rede. Basta cada um, em sua comunidade opinar aqui e ali nos fóruns de milhares de comunidade anarquicamente espalhadas pelas redes, conhecendo novas pessoas.

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Os antigos listeiros não gostavam de off-topics, porque eles “atrapalhavam” as discussões. Manter o foco e insistir no assunto ou defender o seu ponto de vista até a morte era demonstrar ser um especialista sobre o tema ou não ser uma pessoa superficial e que “não tem preguiça de pensar sério sobre as coisas”.

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Parece óbvio, mas nós listeiros não entendíamos que a maioria das pessoas não saem de casa para ir a algum debate sobre determinado assunto, por achar isso extremamente chato. A maioria sai de casa para conhecer pessoas novas ou se encontrar com os amigos. Ai, conversa vai… conversa vem… e centenas de assunto surgem. Muitos assuntos interessantes e outros nem tanto, mas esta dinâmica parece muito mais interessante que ir a um debate e você acaba se divertindo enquanto colhe informações aqui e ali, sem a obrigação de “ter uma velha opinião formada sobre tudo”.

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E qual é a próxima necessidade das pessoas frente aos ambientes on-line? No que as redes estão falhando em prover? Quem conseguir decifrar este enigma estará criando um substituto das redes sociais? São perguntas que você que acabou de ler o que eu escrevi nesta rede social, me ajudará a responder. E responderá pelo mesmo motivo que eu escrevi: porque interagir este é próprio espírito da Internet.

quinta-feira 23 abril 2009
Dica School of Net

School of Net

A Web está recheada de soluções interessantes para webdevelopers e webdesigner. Há fórum para todos os assuntos e se você não achou uma solução é porque ainda nao procurou direito.

Uma iniciativa bastante criativa e válida é a www.schoolofnet.com. No site é possível ter treinamentos gratuitos através de Flash Vídeo, como “Configurando ambiente de desenvolvimento (Projeto, VirtualHost)”. Ah se todo EAD fosse assim…

quarta-feira 1 abril 2009
Alguns flashs para site de moda

Creio que um dos grandes recursos de divulgação utilizados pela indústria da moda é a própria Web. Muitos tem usado corretamente, outros não. Uns utilizam o site da confecção apenas para fornecer uma galeria minúscula de fotos, já outros exageram na essentricidade e criam verdadeiros labirintos que parecem com tudo, menos com a linguagem e cultura Web.

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Um dos recursos visuais mais interessantes para a criação de sites de moda é o Adoube Flash. Através deste formato é possível  a criação de um layout com a mesma identidade visual da campanha da marca. As novas coleções lançadas ficam bem melhor apresentadas com galerias feitas nesta linguagem. A atualização do site a cada nova coleção, leva o visitante a querer repetir a experiência e a ter novas experiências de comunicação com a sua marca de roupas.

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Sem contar que com o uso do flash é muito mais difícil a cópia do arquivo das fotos para as máquinas dos usuários. Abaixo você encontra alguns bons exemplos de sites feitos inteiramente em flash*. Alguns deles não estão com todos os níveis, mas outros sim. Infelizmente, em nenhum deles havia uma ampliação das imagens - algo que é totalmente possível em se tratando de flash.

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Outros bastante interessantes:

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* Flash de diversos autores

segunda-feira 16 fevereiro 2009
Amadorismo de sites impede crescimento de empresas

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A inclusão digital já foi uma preocupação generalizada. Quem não se lembra de que, quando os computadores por aqui chegaram, algumas pessoas tinham medo deles?

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Hoje, ninguém duvida de que a internet é parte essencial do dia-a-dia nas empresas. E, quando se fala em inclusão digital, refere-se às classes mais baixas da população, que tem pouco ou nenhum acesso à internet. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira é recordista mundial em tempo gasto na rede, com 14 horas diárias, informou o site InfoMoney.

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Mas há uma contradição nessa história. Segundo pesquisa do NIC.br, Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br, 95% das organizações com dez ou mais funcionários possuem computadores e 92% têm acesso à web. Se a internet já é uma realidade no mundo dos negócios, por que menos da metade das empresas tem um site?

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“A percepção da importância dos websites é, muitas vezes, subestimada, quando, na verdade, a oferta de recursos é ilimitada e a lista de benefícios não pára de crescer, com o advento de novas tecnologias e o aumento do número de empresas e consumidores com acesso à rede”, explica o diretor-geral da Kyu Design Gráfico, empresa especializada em soluções visuais e criação de sites, André Shibata.

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Internet deve ser usada para gerar negócios
O uso da internet visando à geração de negócios ainda é muito baixo no Brasil. Entre as empresas que possuem página na internet, 48% disponibilizam preços e catálogo de produtos e serviços para os consumidores, 34% oferecem suporte pós-venda, 23% aceitam pedidos e reservas de produtos e serviços e 10% possuem recursos para transações completas e meios de pagamento via web.

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A discrepância do ponto de vista dos negócios é que os números mostram um ávido exército de consumidores circulando nas páginas da internet e, ainda assim, mais da metade das empresas não possui um espaço na internet. Entre as que possuem, 37% não apresentam nenhum dos recursos pesquisados.

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E há o agravante de o amadorismo predominar na rede. “O proprietário do site deve respeitar algumas regras para que a ferramenta seja utilizada de forma positiva. É preciso apresentar uma imagem séria e profissional, que espelhe credibilidade, manter canais de comunicação com o consumidor e conhecer o comportamento do potencial cliente virtual, para saber criar oportunidades, e corresponder às expectativas”, afirma o diretor da Kyu Design Gráfico.

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Priorize a interação
A maioria das empresas que busca uma empresa especializada em construção de sites tem em mente um produto institucional, que acaba limitando o potencial de interatividade com o consumidor. “Garantir o feedback das dúvidas, sugestões e reclamações em tempo hábil é importante para garantir a fidelização dos clientes . O sucesso de um site pode ser resumido pelo tripé: navegabilidade, objetividade e visibilidade”, acrescenta ele.

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No Brasil, 45% das empresas que possuem site, ou seja, menos de um quarto do total, fazem vendas pela internet. Mas possibilitar uma transação de venda completa na internet é um dos recursos que o empresário deve buscar, garantindo a compensação do investimento.

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De acordo com o NIC.br, com a venda pela internet, 74% das empresas obtiveram redução dos custos dos negócios, 71% agregaram mais qualidade para o consumidor, 69% tiveram o tempo de transação comercial reduzido, 58% registraram vantagem na equiparação à concorrência e 49% conseguiram aumento do número de vendas e de consumidores.

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Fonte: http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1686670-2884,00.html

quinta-feira 29 janeiro 2009
Configurando o seu Outlook


Várias pessoas enfrentam problemas para configurar o seu programa de gerenciamento de email, por isso neste post iremos explicar passo a passo como configurar o seu Outlook, ou outro programa de gerenciamento de emails.

Primeiramente sua conta de email deve estar criada no seu painel de controle (Cpanel ou Plesk), após a conta estar criada basta seguir os passos conforme as imagens abaixo.

Obs: As imagens se referem à versão 2003 do Outlook. Para diferentes versões, as opções podem ser um pouco diferentes, mas os campos usados sempre existem e deverão ser preenchidos da mesma forma, independente do programa usado.

1º passo: Criar a conta no Outlook, para isso as opções são Ferramentas>>Contas de Email. Escolha a opção “Adicionar uma nova conta de email”.

Para hospedagem de sites linux, você pode escolher entre IMAP ou POP3, para a plataforma Windows apenas POP3.

2º passo: Irá aparecer uma tela pra preenchimento dos dados do servidor, que deverá estar preenchida da seguinte forma:

outlook


Informações do usuário

Nome: É apenas o nome de exibição no seu Outlook, pode preencher da forma que preferir.

Endereço de email: deve ser preenchido com o endereço de email completo. Ex: teste@softhost.com.br

Informações do servidor

Servidor de entrada e servidor de saída: por padrão a softhost usa, tanto para servidor de saída como de entrada, mail.seudominio.com.br. Ex: mail.softhost.com.br

Informações de logon

Nome de usuário: deve ser preenchido com o email completo, assim como foi criado no painel de controle, login@seudominio.com.br

Senha: é a mesma senha que foi preenchida no momento da criação do email no painel de controle

Senha: *********

3º passo: Após preenchido corretamente os campos conforme descrito acima, o seu programa já está apto a receber emails, porém para conseguir enviar deve ser feito mais uma configuração. Clique na opção mais configurações, da imagem acima e irá aparecer uma tela conforme a imagem abaixo:

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As opções devem ser marcadas exatamente conforme a imagem acima, para então conseguir enviar emails usando o seu gerenciador de emails.

Após todas as configurações do seu Outlook estar conforme as imagens acima, você já deverá conseguir enviar e receber emails com o seu programa de gerenciamento de emails.

Se após tiver feito todas as configurações, ainda não estiver conseguindo enviar ou receber seus emails, entre em contato com o nosso suporte.

sexta-feira 28 novembro 2008
Falsa autoria de textos pela Internet

Arnaldo Jabor desabafou “Não agüento mais gente escrevendo no meu nome e publicando na internet” (CBN Online 07/11/08).

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Não é somente Jabor que não aguenta mais. Eu também não aguento mais falsa autoria de textos pela Internet. Este recurso à autoridade conta com a cumplicidade de todos nós internautas, que repassam conteúdo falso, usando muletas autorais de Gabriel García Márquez, García Lorca, Arnaldo Jabor, Luís Fernando Veríssimo, Paulo Coelho e até Pedro Bial.Sabe aquele autor famoso que escreveu um texto bem piegas? Pois é, não foi ele o autor. Você acha que alguns destes supracitados escritores fariam textos sem as características peculiares a cada um deles? Só se você não leu nada de nenhum deles.Aliás, o certo seria você ler primeiro alguns dos livros e blogs oficiais, conhecer e se identificar com o estilo literário de algum escritor, para depois você mesmo transcrever alguma coisa, em vez de só repassar. Como pedir isso é muito, no mínimo xeque as fontes!

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Os pisicopatas sem nada para fazer e que se comprazem em ver suas inspirações tola circularem pela Internet. Esses psicopatas sabem que a maioria dos internautas são inocentes úteis que não consultamos fontes antes de enviarmos qualquer porcaria que chega por e-mail. E o mesmo se aplica a propagação de vírus, pois a grande maioria dos internauta tem poucos critérios antes de clicar em algum link que chegou por e-mail, Orkut ou MSN.

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O pior é que muitas vezes enviamos informações erradas e de forma irresponsável denegrindo trabalhos sérios como o Criança Esperança da Rede Globo, dizendo que eles estão usando os doadores para descontar importo de renda. Eu recebi esta denúncia, entrei em contato e a assessoria de comunicação da própria Rede Globo me respondeu.

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Sabe quando alguém se incomoda com um apelido? Acaba pegando, né? Pode ter certeza que é o que vai acontecer com o Arnaldo Jabor. Ele coroou os idiotas que escrevem porcarias em seu nome. Claro que ele tinha que se defender e tentar parar os fakes, mas não seria melhor ignorar?!

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Bom, fica ai minha dica: Na dúvida não repasse, busque as fontes.  Faça uma pesquisa em www.quatrocantos.com. Alías, podem repassar este artigo como e-mail aos seus amigos, mas por favor, identifiquem que o autor sou eu: Wesley Porfírio, ok? E coloquem o endereço deste post. Obrigado!

terça-feira 18 novembro 2008
Concorrente ou Cocôrrente

Lições e reflexões de um diretor comercial de uma empresa de hosting.

 

A primeira lição que eu tirei do boxe foi: Respeite seu oponente, pois se você estudar seus movimentos e falhas, poderá vencê-lo. A segunda lição foi: Nunca subestime os baixinhos e aparentemente mais fracos que você, pois eles poderão estudar seus movimento e falhas e poderão vencê-lo.

 

Na administração de empresas, aprendi que estas lições também valem no mundo corporativo, de livre iniciativa e livre concorrência. Contudo, não é preciso nocautear o concorrente fisicamente, mas ofertar melhor que ele, explorando seus defeitos e posicionando melhor sua marca, criando estratégias de barreira à concorrência, entre outras práticas administrativas.

 

 

Na área comercial, onde atuo, você tem que gostar de competir. Tem que mostrar quem você realmente é de melhor. Tem que mostrar e ressaltar os defeitos da concorrência e exaltar suas virtudes. Tem que ser competitivo, mas tem que jogar segundo as regras. Jogar segundo as regras dos ringues adaptadas as carteiras das faculdade de negócios.

 

 

Por vezes, sinto-me como um técnico de futebol assistindo aos jogos dos adversários. Na administração isso tem o nome de “pesquisa da concorrência”. A gente vê o que eles fazem de melhor e de pior. Ai a gente recicla para a nossa realidade. O propósito é vencê-los.

 

Eu adoro entrar no site dos concorrentes e ver o que eles têm de melhor. É precioso estudá-los. Ter as informações necessárias e buscar os pontos forte e fracos, as ameaças e oportunidades.

 

 

A COMPETIÇÃO É SAUDÁVEL

 

 

Enquanto uns tem uma verdadeira relação de amor e ódio pelos seus concorrentes, eu sigo respeitando-os. Eu só odeio quando o cliente pega uma proposta de um concorrente e me mostra dizendo “Quanto que você cobra pra fazer exatamente isso que o seu concorrente tá me oferecendo?”. Isso é trapaça, é jogo sujo, falta de ética, é falta de respeito pelos meus concorrentes. É dizer que eu não consigo bater no concorrente durante os 90 minutos de jogo. Um cliente que não age com ética com seu fornecedor, também não agirá com ética se você vier a trabalhar com ele.

 

 

A competição é saudável para o mercado. Quem ganha com isso é o próprio consumidor ou o cliente, que terá a garantia de que o produto ou serviço terá sempre um preço justo e que, a qualquer hora, ele poderá mudar de empresa, produto ou prestador de serviços. Em outras palavras: que vença o melhor!

 

 

Quando trabalhei na agência de publicidade ADD de Brasília, prendi a se relacionar pessoalmente com meus concorrentes. A gente trocava informações de mercado e até combinávamos algumas ações conjuntas para bater em um terceiro concorrente. Muitas vezes o oponente de ontem é o parceiro de hoje, nem que seja por um minuto ou dias ou por alguns projetos. São as alianças estratégicas. Em geral, concorrente é quem não quis ser seu parceiro.

 

 

Além do mais, quem é que nunca deu de cara com algum concorrente em feiras de negócios, congressos, cursos e salas de recepções de clientes? Tem gente que corre deste contato, mas mesmo num clima de competição é preciso ter cordialidade. E provocações são normais e respondidas como quem discute futebol.

 

 

A gente tem que respeitar nossos concorrentes, se relacionar bem com os bons oponentes, pois uma hora eles podem querer jogar no seu time. Quem se ilhar e for egoísta ou mesquinho, poderá acabar levando uma surra em alguma aliança estratégica de concorrentes.

 

 

O QUE É O CONCORRENTE

 

 

Falando agora do mercado de hosting (hospedagem de sites), existem dois grupos básicos de empresas de hosting: o grupo que tem servidores em datacenters nacionais e o grupo que tem servidores em datacenters estadunidenses. Isso corresponde atualmente a 99% das hosters brasileiras.

 

 

O primeiro grupo é focado em médias e grandes empresas ou em PME’s (pequenas e médias empresas) ou em empreendedores que fazem questão de um site veloz ou não que acreditam na eficácia do segundo grupo. Estão neste grupo, gigantes do mercado como a LocalWeb e a BigHost, por exemplo.

 

 

O segundo grupo é focado na oferta de hosting para o segmento das micro-empresas, PME’s e profissionais liberais. Este grupo utilizam datacenters nos EUA e, dependendo de onde os servidores estão e da correta administração do mesmo, elas conseguem deixar os sites tão velozes quanto os do primeiro grupo. A grande vantagem está no baixo investimento para a hospedagem.

 

 

Estão neste segundo grupo 90% das hosters brasileiras. Uma delas é a SoftHost. Normalmente são micro-empresas que possuem de 1 a 10 funcionários. Esse grupo se apresenta 90% do tempo de forma passiva, pelo site. Elas são celebradas principalmente pelas pequenas desenvolvedoras de sites que podem comprar revenda de hospedagem ou pelo pessoal dos CPD’s das PME’s, que podem hospedar o site de suas empresas fora dos servidores internos.

 

 

O problema é que o segundo grupo paga cada bit do servidor alugado em dólar e, dependendo do sobe e desce do câmbio, elas podem reduzir sua margem de lucro para zero ou ficar no vermelho.

 

 

O QUE É O COCÔRENTE

 

 

O problema não é com a concorrência, mas com a cocôrrencia. Sim, aquelas pseudo-empresas, que na verdade são sites aventureiros que “ofertam cocô” do tipo: espaço de disco 5 vezes maior que a média de mercado e tráfego de dados 10 ou 20 vezes maior do que a média de mercado e por um preço tão baixo que tá na cara que é jogo sujo mesmo. Acontece que há muitas empresas que caem na pilantragem. Resultado: seus sites caem também.

 

 

Parei de me preocupar com os cocôrrentes depois que entendi que eles não têm nenhum privilégio a mais com os datacenters estrangeiros. Não há mistério algum, mas picaretagem mesmo! Eles ofertam imaginando que a maioria das empresas nunca irão usar o que eles estão oferecendo. No geral, quem hospeda no cocôrrente ou foi seduzido pela oferta ou não se preocupam com a velocidade do site.

 

 

Como não dá para competir com o cocôrrente, pois ele não joga dentro das regras, a melhor forma de bater neles é desmascarando-o. Então lá vamos nós mostrarmos como agem estes falsos hostings de “um e noventa e nove”.

 

 

UMA HITÓRIA PARA EXEMPLIFICAR

 

 

Para exemplificar, vou contar uma história baseada em fatos reais. Hehehe Numa dessas trocas de idéias e de favores com um concorrente amigo, ele me contou uma conversa telefônica que teve com um desses “cocôrrentes”:

 

 

– HostLost, bom dia!

 

 

– Bom dia, vocês estão oferecendo 100GB de espaço e 2TB de tráfego por R$ 12,00 por mês? É isso?

 

 

– Sim, senhor é isso mesmo! Nós somos a melhor empresa de hospedagem do Brasil. Somente nós temos esta graaaaaaaande vantagem!

 

 

– Puxa, isso tá mais barato do que comprar um pendrive de 16GB e enchê-lo e esvaziá-lo 125 vezes por mês!!!

 

 

– Co-como?!?! – Gagejou a atendende.

 

 

– Sim, um pendrive de 16GB custa aê uns R$ 150,00. E se eu quiser, posso usar este plano para fazer disco virtual! hehehe Bom, mas eu tenho um site de 4GB num servidor dedicado e que gerava um tráfego de dados de 1TB / mês. Tô pagando aê uns R$ 300,00 / mês.

 

– Nossa, bastante grande seu site!

 

– Pois é, mas eu andei analisando mais profundamente os termos de uso de seus serviços e vi que vocês impuseram um monte de condições quanto ao uso do espaço e do tráfego. Quero saber que garantias você me dá para hospedar o site contigo.

 

 

Na verdade o que o nosso amigo concorrente queria saber era só o que todos já suspeitávamos: aquele site era mais um caça-níquel. Hora nenhuma a atendente passou a ligação para um técnico responder. A coitada foi simplesmente um garoto, digo, uma garota de recados, hora repetindo as perguntas do cliente, hora repetindo as respostas dos técnicos.

 

 

Aquela lengalenga, demorou uns 40 minutos de ligação, escutando musiquinha e tentando explicar para a atendente de telemarketing como era o site tal site…

 

 

Ai, finalmente, ela respondeu mais ou menos assim:

 

 

– Olha, senhor, os nossos programadores disseram para você primeiro pagar os R$ 12,00 e fechar contrato conosco. Ai depois você tenta colocar o seu site em nosso servidor. Se houver alguma programação no seu site que prejudique os outros clientes deste servidor, a gente suspende seu site e…

 

 

– Suspender?!?! Ué, como assim suspende?!?! Eu não vou fazer nada ilegal! É só banco de dados e programação normal, em PHP… HTML… O único problema é que o site é muito grande. É um fórum que gera bastante tráfego e pois há muitos arquivos para download. E blá, blá, blá…

 

 

– Pois é, senhor, realmente o que o senhor vai precisar é de um servidor dedicado.

 

 

– Ah é? E qual a configuração deste servidor dedicado?

 

 

– É de 200BG de espaço e 4TB de tráfego / mês e…

 

 

– E qual o valor?

 

 

– Vai custar mais ou menos uns R$ 350,00 / mês.

 

 

– Minha filha, você tá me achando com cara de otário?

 

 

– Co-como?!

 

 

– Vocês colocam no site que oferecem 100GB e 2TB por R$ 12,00 / mês. O dobro desta configuração deveria ser no máximo R$ 24,00 / mês!!! Como que o dobro desta configuração será agora R$ 350,00?!?! É mais caro do que o servidor que eu estou pagando hoje!

 

 

– !!!!!!!!!!

 

 

AS REGRAS DA COMPETIÇÃO

 

 

Já empreendi e continuo empreendendo a mais de dez anos. Ter um site nada mais é do que empreender em e-business. Quando fui contratado pela SoftHost, em julho de 2007, ela tinha bem menos da metade do número de clientes e, provavelmente continuará a crescer 50% por ano, pois temos certeza que os desconhecidos que hoje lêem este blog, se tornarão em breve nossos amigos, depois nossos clientes e por fim se transformarão em nossos parceiros.

 

 

Marketing de relacionamento dá trabalho e consume todos os tipos e recursos: humanos, financeiros e tempo. Porém, o resultado é satisfatório para ambos os lados: tanto os clientes, quanto a SoftHost. Quem não se lembra de empresas como a Banana Host que prometeu mais que político em véspera de eleição e depois deixou milhares de sites fora do ar?

 

 

Prometer milagres em um site é fácil? Ofertar não é o problema. A questão é garantir a qualidade da oferta e isso não exige milagres, mas um trabalho profissional bastante pesado pesquisando e testando servidores. Isso tudo sem perder o foco público-alvo e/ou mercado de nossos clientes. O milagre está em fazer esta operação comercial ficar economicamente interessante, com tantos riscos operacionais: câmbio do dólar disparado, ataques de hackers e, principalmente, os cocôrrentes fazendo barulho com preço baixo.

 

 

Uma coisa que eu aprendi fazendo compras com a minha mãe foi: O barato sai caro. Se existe uma vassoura que custa R$ 4,00 e outra que custa R$ 40,00 a explicação pode está na qualidade ou a falta dela. Traduzindo para o mundo B2B: Preço é inversamente proporcional a qualidade.

 

 

O mercado de hosting estão (no linguajar técnico) muito prostituidos. Os cocôrrentes caça-níqueis exploram a fé de programadores e empresas. Há muitas empresas e até pessoas físicas no mercado de hosting do Brasil se pintando com o “Q” de qualidade, mas basta joga a água vê que era só pintura. Procure conhecer pessoas que estejam hospedando com esta empresa.

 

 

Por exemplo: Quanto custa garantir um site rápido para seu visitante não cansar? Quanto custa ficar 100% ou 99% do tempo no ar? Quanto custa ficar sem receber e-mail ou perder todos eles, porque não fizeram a manutenção adequada no servidor? E se o servidor for invadido por hackers e o suporte não parar o ataque a tempo? A empresa de hosting vai se responsabilizar pelo que?

 

 

E não é somente qualidade, mas quais os diferenciais de uma hoster:

 

 

1) Quando você precisar de suporte técnico, você:

- Falará por e-mail;

- Terá que abrir um ticket pelo site vai rezar para ser respondido;

- Falará com um atendente de telemarketing que te deixará escutando musiquinha a cada nova pergunta?

 

 

2) Quanto custará fazer uma ligação para o suporte técnico?

- Nada, pois também não resolverá nada;

- Só o valor da ligação e o meu tempo de espera na linha;

- Custará a solução do problema, pois quem atendeu era o técnico responsável pela hospedagem seu site/banco de dados.

 

 

3) O que acontecerá quando você precisar mudar de servidor?

- Você descobrirá que eles sumiram no mapa devendo a todo mundo e que agora terá que entrar com um recurso na Registro .br para mudar o DNS do seu domínio;

- Eles transferirão rapidamente o domínio para o seu ID na Registro .br.

 

 

Se vc não pode falhar em pelo alguns destes sentidos, é preferível não economizar. Contrate não o mais barato, mas o que realmente te garantirá qualidade do que é ofertado e com diferenciais.

 

 

Se uma empresa tem um site que tem 8GB de espaço, certamente tem muito conteúdo a oferecer, tráfego de dados gerado por centena de visitantes. Eles se arriscariam a hospedar por R$ 9,90? Quem precisa de um servidor rápido, exigirá garantia real, nem que tenham que pagar centenas de reais por isso!

 

 

Hoje o perfil da SoftHost ainda é para o cliente que se interessa em pagar por 99% de uptime. Nossos servidores ainda não estão no Brasil, mas garantimos uma qualidade percebida por mais de 800 clientes e em mais de 3000 sites hospedados, ao longo de 7 anos de trabalho. Além disso, ainda estamos investindo constantemente no desenvolvimento de ferramentas e serviços que ajudarão o nosso cliente em suas atividades e isso tem um custo elevado.

 

 

Nossos diferenciais estão no atendimento técnico feito através de ligações locais oito capitais brasileiras. Você liga e fala diretamente com o técnico que resolverá seu problema. Se não quiser ligar basta falar por MSN, mas resolveremos seu problema. Valorizamos o relacionamento com nossos clientes. Ao primeiro sinal de problema, como um cliente inadimplente, nós entramos em contato. O mais importante é entender a demanda do cliente e ofertar segundo suas necessidades. Isso é mais importante do que garantir que o cliente pague em dia.

 

 

Agora, ter servidores realmente rápidos, técnicos para resolver problemas rapidamente, foco nas necessidades dos clientes dos clientes, relacionamento com os clientes etc, há um preço alto a ser pago. Para nós o preço justo do menor pacote de serviço (Linux Inicial Mensal) é de R$ 7,90, para garantir uma operação comercial viável com qualidade e grandes diferenciais.

 

Para chegarmos a preços que paguem o nosso valor agregado, fazemos duas equações básicas:

 

 

serviços + qualidade - custos = preço justo

preço justo + diferenciais = alto valor agregado

 

 

CONCLUSÃO

 

 

Tem muitos “carinhas de TI” que acham que é só alugar um servidor em um datacenter estadunidense baratinho, criar um site de template e “mandar ver” preços baratinhos pela Web a fora. O problema é que uma vez na HostLost, seu site tá perdido! Realmente, concorrente estão cada vez mais raros. Agora cocôrrentes, você tem em abundância.

 

 

Comecei falando das lições que aprendi com o boxe e termino numa meditação sobre o assunto:

 

 

- Respeite seu oponente, pois se você estudar seus movimentos e falhas, poderá vencê-lo.

 

 

Primeira reflexão) Antigamente ficava p… quando perdia um cliente para um concorrente. Hoje fico preocupado, pois tenho que seguir os movimentos dos clientes que saíram. Pois a maioria dos que saem, não conseguem achar um concorrente, mas caem nas cagadas dos cocôrrentes.

 

 

- Nunca subestime os baixinhos e aparentemente mais fracos que você, pois eles poderão estudar seus movimento e falhas e poderão vencê-lo.

 

Segunda reflexão) Antigamente ficava p… quando perdia um cliente para um cocôrrente. Hoje só posso lamentar o cliente ter ficado cego. Porém, fico também aliviado, pois posso focar nos clientes que realmente querem qualidade e um trabalho sério, diferenciado, personalizado, custe o que custar.

 

 

FIM DA HISTÓRIA

 

 

Agora olha só como terminou a história contada pelo nosso concorrente amigo. Claro que pode ser estória mesmo, pois como acreditar em qualquer coisa dita por um concorrente hehehe:

 

 

Já bastante irritado, por tanta demora, o nosso concorrente amigo perguntou a atendente da HostLost:

 

 

– Você me disse que os seus programadores disseram para eu primeiro pagar, para fechar contrato e depois tentar colocar o meu site em nosso servidor, não é?

 

 

– Sim, senhor.

 

 

– E se houver alguma programação no seu site que prejudique os outros clientes, vocês suspendem seu site, não é?

 

 

– Acho que sim, senhor. Posso pedir para o meu financeiro redigir um contrato para o senhor…

 

 

– Isso mesmo. E quero que vocês me coloquem em contrato tudo o que vocês estão oferecendo pelo site e este valor de R$ 12,00, heim?

 

 

– Contrato para a hospedagem a gente não faz, senhor!

 

 

– Mas você me disse que era para eu fechar contrato primeiro! De que contrato você estava falando?!

 

 

– A gente pode redigir um contrato para o servidor dedicado, mas para…

 

 

– O que? Vocês não me garantem nem essa porcaria de hospedagem de R$ 12,00 e esperam que eu confie a vocês um servidor dedicado de R$ 350,00 do qual vocês não tem nenhum contrato pronto?!?! Olha aqui, mande esse contrato para o meu e-mail relativo a este plano de R$ 12,00, pois se vocês não cumprirem o combinado, eu não vou acionar vcs no Procom, não… Vou ACIONÁ-LOS DIRETAMENTE NA DECOM, HEIM?

 

 

- … (silêncio) … Senhor, um momento por favor.

 

 

Mais musiquinha e, finalmente… Tu… tu… tu… tu… A atendente de telemarketing deixou cair a ligação de propósito.

terça-feira 18 novembro 2008
Executivos devem parar de reclamar da crise e agir

 

Stephen Covey diz que os verdadeiros líderes devem identificar e resolver os problemas, sempre com a ajuda dos subordinados

 

Em entrevista a EXAME, o americano Stephen Covey, 75 anos, uma espécie de guru de auto-ajuda empresarial, autor do best seller “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, fez duras críticas aos gestores atuais. Na última semana, ele esteve em São Paulo (no HSM Management 2008) e em Porto Alegre (num evento da Associação Brasileira de Recursos Humanos), onde descreveu para centenas de executivos os erros mais comuns da maioria dos líderes, sejam eles empresariais ou políticos. “São orgulhosos, elegantes, enrolam e não são gentis como deveriam. Não têm consideração e não têm habilidade para se comunicar, organizar e planejar”, afirmou.

 

Com MBA em Harvard, doutorado na Brigham Young University e oito títulos de doutor honorário, Covey é um dos diretores da Points of Light Foundations, co-fundador e vice-presidente da Franklin Covey, organização voltada para a melhoria da eficácia corporativa, uma empresa de serviços para a liderança global com escritórios em 123 países e que atende 90% das 100 maiores empresas do ranking da Revista Fortune. O best-seller Os 7 Hábitos vendeu 20 milhões de cópias em 75 países e ocupou a lista de mais vendidos por oito anos consecutivos. Covey já foi consultor pessoal de Bill Clinton, do ex-presidente do México, Vicente Fox, do sul-coreano Kim Dae Jung e de CEOs de grandes empresas em todo o mundo. E deve voltar a dar palpites na Casa Branca no governo de Barack Obama.

 

Existe um perfil de liderança mais indicado para lidar com uma situação como a atual?
Sim. Num momento de crise, mais do que nunca, o líder deve inspirar confiança, demonstrar que é honesto, ter caráter forte e competência para se comunicar e se desculpar quando erra. Ele também precisa deixar claros os seus propósitos, o que significa mostrar qual é o seu objetivo e quais são os seus valores. Ele precisa listar os sistemas e processos disponíveis na sua organização para ajudá-lo a atingir os objetivos e fortalecer os talentos.

 

Como ele deve agir para corresponder às expectativas que pesam sobre ele?
Ele precisa envolver as pessoas e escutá-las, de modo a entender suas expectativas. A verdadeira liderança é moral, e não autoritária. Liderança não é posição. Gandhi, o fundador da maior democracia do mundo, a Índia, nunca teve um cargo e sempre foi uma liderança. Nélson Mandela, na África do Sul, teve sua autoridade moral crescente ao longo de 26 anos. Os grandes líderes trabalham sob quatro aspectos: esclarecer propósitos, inspirar confiança, alinhar sistemas e liberar talentos. Assim, dão voz a todos, exercendo uma liderança de complementaridade. Não é necessário mais ficar supervisionando ninguém.

 

Baseado em sua experiência nas grandes corporações, o senhor diz que um em cada quatro CEOs está no lugar errado? Por que?
Eles não reúnem as qualidades básicas de um líder. Falta-lhes força moral e competência, eles não escutam e não têm humildade. São orgulhosos, elegantes, enrolam e não são gentis como deveriam. Não têm consideração e não têm habilidade para se comunicar, organizar e planejar. Nada prejudica mais a liderança do que ser orgulhoso e elegante. É preciso mais que elegância para ser um líder. É preciso objetivos claros. Por que as pessoas não alcançam os objetivos propostos? Porque muitas pessoas nem conhecem esses objetivos! Todo mundo sabe o que está acontecendo dentro da empresa? Todo mundo sabe as respostas para as perguntas? Informação transparente é o maior desinfetante dentro das empresas, além de alavancar crescimento.

 

Mas o senhor defende a idéia de que qualquer pessoa pode ser um líder.
Absolutamente. Liderança é uma escolha, não uma posição. Qualquer um dotado de princípios vai encontrar um círculo de influências, vai crescer e se tornar um líder dentro desse círculo mesmo sem ter um cargo de chefia. Até uma criança pequena pode ser líder dentro de uma família, liderando com base em princípios e aprendendo a servir os membros da família. Aqueles que servem, desenvolvem mais autoridade. Aqueles que mandam, perdem autoridade.

 

O que é preciso para influenciar pessoas?
A primeira coisa é ser confiável. Ter habilidade para comunicação e disposição para ouvir e entender as necessidades e os problemas dos outros e ajudar a resolvê-los. Assim o seu círculo de influência cresce cada vez mais.

 

Estamos vivendo uma das maiores crises financeiras da história. O senhor, como especialista em desempenho humano e conselheiro de muitas empresas, que conselhos daria aos CEOs apavorados e perdidos com a atual situação?
Encontre o problema e resolva-o. Descubra a necessidade e supra-a. Quando você sabe quais são os problemas e os compreende, tenta solucioná-los. Isso vai garantir o seu emprego e torná-lo apto a qualquer cargo. Deixe de se fazer de vítima e pare de achar culpados, pare de criticar, pare de se comparar com outros, pare de se queixar e assuma a responsabilidade de fazer coisas boas acontecerem. Só assim o seu círculo de influência aumenta, mesmo num período econômico ruim.

 

Inovação e criatividade são duas competências consideradas essenciais hoje em dia. O senhor acredita que os atuais gestores estão preparados para desenvolver essas habilidades em suas equipes?
Sim. No meu livro, Os 7 Hábitos das Pessoas Eficazes, o hábito número seis é a sinergia. Quando você aprende a ouvir as pessoas com receptividade, pode criar uma terceira solução alternativa melhor do que algo imposto por alguém de cima, e pode aplicar isso no desenvolvimento de um novo produto, na relação com consumidores ou qualquer tipo de relacionamento. Criatividade e inovação são a principal conseqüência do hábito da sinergia. Ela serve para otimizar o potencial humano, para desenvolver equipes complementares, uma espécie de força produtiva que torna as fraquezas irrelevantes. A força da liderança é sua autoridade moral. Mesmo tendo autoridade formal, é preciso ter senso de justiça, delicadeza e saber estimular os talentos.

 

O senhor diz que as empresas que enfrentam competição global estão mais bem capacitadas para adotar os princípios que o senhor defende. Em muitos países, a maioria das empresas ainda trabalha em mercados fechados e sem competição. Quem está mais bem preparado hoje, depois dessa crise?
As mesmas que têm sucesso num mercado em que a competição é importante. Quando a competição não é importante, então você precisa aprender a competir contra você mesmo e ampliar seus objetivos. As que terão sucesso são as que aprenderem a satisfazer as necessidades dos consumidores melhor que seus concorrentes. Só isso.

 

O senhor costuma dar consultoria para governantes, como Bill Clinton. O mesmo que o senhor fala para os líderes empresariais vale para chefes de estado?
Sim, os chefes de estado também têm mais autoridade quando se orientam por princípios e aprendem a criar uma estrutura de cooperação em vez de criticar outras pessoas. Eu enfatizo a importância da sinergia e da comunicação o tempo todo. Estive com Barack Obama outro dia e ele me perguntou se eu o ajudaria se ele fosse eleito. Eu respondi que sim. A primeira recomendação que darei a ele será usar sinergia e comunicação. A segunda é buscar soluções alternativas, tanto no âmbito doméstico como nas questões internacionais. Ele deve incentivar as pessoas a sair de uma posição de vítimas e assumir a responsabilidade por suas próprias vidas e deixar de esperar tudo do governo. Eu o encorajaria a focar no fortalecimento das famílias. Ele é um líder que inspira esperança e mudança para melhor. Espero que ele ensine a importância do conhecimento para todas as áreas do governo.

 

O senhor costuma destacar a importância dos paradigmas para as empresas. Como deverão evoluir esses paradigmas daqui pra frente?
Os nossos paradigmas são uma espécie de mapa e têm muita força sobre nós, pois são eles que impulsionam nossas atitudes e comportamentos. Por isso, se queremos mudar comportamentos precisamos entender os paradigmas que estão dentro de nós. Uma das maiores mudanças nos tempos atuais é a da era industrial para a era do conhecimento. Isso é uma grande mudança de paradigma, mas aqueles que continuam usando o “mapa” da era industrial não conseguem entrar na era do conhecimento. Os principais problemas tanto das organizações quanto dos profissionais é ainda pensar fora de época. Muitas de nossas práticas ainda são da era industrial. Estamos na era do trabalho, da inovação e do conhecimento. E ela será 50% mais produtiva. Na era industrial, empregados eram subordinados. Agora, eles devem ser voluntários, associados, parceiros. Gerenciamos coisas, mas lideramos pessoas que têm poder de escolha. E é a primeira vez que as pessoas podem escolher e se autogerenciar. As pessoas escolhem o quanto vão se entregar ao trabalho. Isso depende de quatro fatores: corpo, coração, mente e espírito, algo que ninguém compra. Por isso, é preciso mudar o ‘como recrutar’, ‘como remunerar’, ‘como dar benefícios’. É urgente.

segunda-feira 27 outubro 2008
Acesso à Internet móvel atingirá receita de US$ 80 bi até 2011

Estudo “Go mobile, grow”, elaborado pelo Institute for Business Value (IBV) da IBM, divulgado nesta quarta-feira, 22/10, aponta que 80% dos clientes preferem que os provedores possibilitem a eles mais poder de escolha dos aplicativos e serviços oferecidos nos dispositivos móveis.

A IBM entrevistou quase 700 clientes ao redor do mundo sobre suas preferências em relação ao acesso da internet móvel. A análise revela ainda que 69% dos entrevistados querem dispositivos abertos à personalização e à configuração de aplicativos.

A pesquisa constatou que o acesso à web por meio de dispositivos móveis será usado cada vez mais para serviços utilitários e transitórios. Por exemplo, quase 60% dos entrevistados estão interessados em serviços bancários via dispositivos remotos. Outros serviços utilitários incluem e-mail, mensagem instantânea, comércio de ações, notícias e navegação em geral.

Além disso, a popularidade de aplicativos de entretenimento está crescendo, o estudo constatou que 53% dos clientes estão interessados em IPTV e 45% em comprar música por dispositivos remotos. Estima-se que o mercado de serviços de internet em dispositivos móveis atingirá US$ 80 bilhões até 2011.

Esse crescimento demandará novos serviços, como a propaganda. No mesmo período, projeções indicam que o número de usuários da internet no mundo será próximo de 1 bilhão, um aumento de 191% desde 2006 e uma taxa anual de crescimento de 24%.

Mobilidade

A onipresença de banda larga sem fio e smartphones avançados e mais baratos mudará a maneira como empresas ao redor do mundo operam e se relacionam com seus clientes, funcionários e parceiros.

O “Go mobile, grow” destacou também que 60% dos entrevistados não têm preferência por marcas especificas quando usam serviços de internet por meio dos dispositivos móveis. E, ainda, que os mercados ao redor do mundo adotarão o uso da internet móvel de formas diferentes.

Nos países mais desenvolvidos este acesso será a extensão e o complemento do computador pessoal. Já nos emergentes, como Índia e China, os clientes dispensarão a compra do primeiro PC e usarão plataformas móveis sofisticadas que forneçam os mesmos serviços.

Recomendações para os fabricantes de dispositivos móveis

A pesquisa da IBM também aponta que os fabricantes de dispositivos móveis devem lançar serviços inovadores e que impressionam os clientes. Baseado nos resultados do “Go mobile, grow”, a IBM identificou alguns fatores que ajudarão esses fornecedores a assegurar uma fatia de mercado no espaço da internet remota.

Será importante, por exemplo, o foco dos fabricantes em guiar seus designs e modelos de negócios diretamente a partir de insights de seus clientes. Além disso, o desenvolvimento de um ecossistema aberto, baseado em padrões, para dispositivos e serviços será um benefício para a inovação.

Para aproveitar as oportunidades oferecidas pela internet remota, o estudo também conclui que os fabricantes devem ter mudanças em marketing e percepção da marca, estratégias de parcerias, entrega e gerenciamento de conteúdo, bem como modelos de receita.

As vendas de telefones portáteis atingiram o ponto de saturação nos mercados emergentes, motivando fabricantes a focarem em equipamentos móveis mais sofisticados e que possibilitem mais serviços.

Isto pode dar um duplo impulso a lucros e receita, à medida que aumenta o preço médio do dispositivo e, paralelamente, há uma oportunidade de venda cruzada de serviços com margem de lucro alta.

Em detaque:

- 80% dos clientes preferem que os provedores possibilitem a eles mais poder de escolha dos aplicativos e serviços oferecidos nos dispositivos móveis.

- 69% dos pesquisados querem dispositivos abertos à personalização e à configuração de aplicativos.

- Cerca de 60 % dos entrevistados estão interessados em serviços bancários via dispositivos remotos.

- 53% dos clientes estão interessados em IPTV.

- 45% das pessoas pesquisadas gostariam de comprar música por dispositivos remotos.

- 60% dos entrevistados não têm preferência por marcas especificas quando usam serviços de internet por meio dos dispositivos móveis.

Fonte: Convergência Digital

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